Dia de escritor, coisa de lua.

Ouvia tango, Luna de Piazzola, e lá fora ela estava, como um gato que sorria sem o gato, uma unha recém cortada. É o dia de comemorar escritor, e sem esperas, o fato se fez surpresa: me inaugurei como escritora pública, é lua nova, é ano novo Maia.

Coise aqui e leia o Nº 14 da revista Desenredos!

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